sábado, 4 de junho de 2011

Muitas vezes ...




meu sorriso se camuflou com aquela lágrima que teimava em querer cair,
eu fui teimosa e disfarcei com um sorriso,
dizem que isso é falsificar sentimentos,
mas eu prefiro chamar de tentativa de melhora.
Mas eu quis, busquei, e insisti, e se hoje esse sorriso demostra o que eu sinto,
é porque eu lutei, conquistei e venci

Um diia ...




quando a solidão tomar conta de você,
e seus olhos chorarem por alguém,
e seus lábios não souberem mais sorrir,
lembre-se que em algum lugar, onde você nem imagina,
existe alguém que te ama.
Alguém que sofre em silêncio e por você até morreria,
só pra te ver feliz.

.




Há momentos na vida,
em que se deveria calar,
e deixar que o silêncio falasse ao coração,
pois há sentimentos que a linguagem não expressa,
e há emoções que as palavras não sabem traduzir

Já me enganei ...




sobre muitas pessoas e também me enganei sobre mim mesma. já disse nunca mais e fiz tudo de novo. já pensei que fosse pra sempre e nem percebi quando acabou. sim, errei muito e erro sempre. machuco quem não deveria e me decepciono com aqueles que eu mais amo. já escrevi e não mandei, já disse te amo quando deveria dizer ‘te quero bem’ e já quis dizer te amo e no lugar disse apenas ‘eu gosto de você’. sei exatamente o que quero fazer daqui a 10 anos, mas não sei que roupa vou colocar amanhã. não lembro o que comi ontem, mas lembro exatamente de cada palavra de carinho que já ouvi. sinto saudade do que não tive, sinto falta até mesmo de quem esta perto de mim. posso amar sem ser notado, posso morrer de ciúmes e mesmo assim conseguir sorrir, posso esquecer quem me deixou triste; mas não esqueço jamais de quem me fez feliz


sábado, 28 de maio de 2011

Quando o amor acaba




Nenhum amor acaba de uma hora para outra. Ocorre todo um processo, antes de se ter consciência de que realmente acabou. Nem sempre percebemos estes sintomas, que avisam e gritam que algo está errado. Muitas vezes, estamos tão apaixonados, enlevados pela doce sensação, de, talvez depois de muito tempo, amar alguém profundamente.

Não percebemos que a pessoa, a quem entregamos o nosso coração.a quem contamos os nossos mais profundos segredos de alma, mudou.

Nosso instinto sabe sim, que algo está errado. Mas, talvez, para não querer sair do mundo de tanta magia, que estamos vivendo, ignoramos propositalmente os sinais.

Não notamos que nosso parceiro está com os olhos distantes, que se ausenta, que está meio calado. Não queremos acreditar que algo vai mal. Afinal, amamos tão profundamente e estamos tão felizes, que é insuportável pensar que a outra pessoa não esteja sentindo a mesma coisa por nós.

Damos o nosso máximo Entregamos a nossa mais pura essência. Flutuamos, em vez de andar e ficamos bobinhos, sorrindo e cantarolando o tempo todo.

Então, num belo dia, nosso mundo todo desaba. A pessoa nos confessa, que não nos ama mais. Que não é isso que quer. Que não corresponde plenamente aos nossos tão intensos sentimentos. Não podemos crer que isso realmente esteja acontecendo. Parece um sonho ruim.

Como que não percebemos antes? Por que fomos tão longe, sem fazer uma avaliação mais racional?

A primeira reação é de profundo desespero. O chão some sob nossos pés, o corpo começa a tremer e o coração quase pára de bater. O ar some de nossos pulmões e achamos que vamos morrer de tanta dor. Tudo perde o sentido. A vida se torna cinzenta, e nada, absolutamente nada, pode aliviar esta sensação de quase morte.

E agora? O que fazer com o grande baú de sonhos que sonhamos juntos? O que fazer com os tantos planos e metas que elaboramos, para uma vida a dois? Momentaneamente, tudo parece acabar. Mas, logo percebemos que nada podemos fazer. Ligamos, implorando para que reconsidere. Mas a pessoa é taxativa e não tem volta.

Esta constatação nos atinge com o poder de uma lâmina, dentro do coração, e arranca todo e qualquer vestígio de esperança. E, como sonâmbulos, passamos a vagar pelos dias e noites que se seguem. Chorando copiosamente, sem sentir fome, sem ter noção das horas.

Os dias passam, e então, os sentimentos confusos, que vão desde a mágoa profunda, até a raiva mais intensa, derramam também a culpa dentro da gente.

Passamos a achar que o erro está em nós. Que poderíamos ter feito mais. Que não somos bons o suficiente, ou ainda, que não merecemos ser amados.

Esta é a coisa mais injusta que fazemos com nós mesmos. Mas, faz parte do processo. E PASSA! ACREDITE NISSO!

A profunda saudade começa a pesar, e o vazio nos avisa que precisamos tomar uma atitude. Perdemos uma parte de nós mesmos, mas precisamos recomeçar por alguma ponta. Jogar-se de corpo e alma dentro dos afazeres, trabalhar muito, ocupar a mente, para evitar pensar é a estratégia mais usada. É uma espécie de blefe que funciona parcialmente. Chegamos tão cansados, que dormimos sem fazer força. Mesmo que nossas noites sejam povoadas por pesadelos. Mas, a noite passa e um novo dia sempre chega. E mais um. E mais um.

E, a dor finalmente dá uma pequena trégua. Muito timidamente, começamos a sorrir outra vez. Passamos, novamente, a prestar atenção aos detalhes da vida, e despertamos lentamente, desse estágio de hibernação da alma, que ficou mergulhada na dor.

Erros? Não houve erros. Faltou foi sintonia. Não era para ser. Por mais amor que doássemos, não foi para a pessoa certa. Então, meio a contragosto, olhamos para trás. E lá está escrito, que esta pessoa era muito diferente do modelo de amor, que trazíamos escrito em nossa memória. Não era tanto amor assim, afinal de contas. Nem da nossa parte. Foi sim, algo maravilhoso que vivemos, mas passou. Fez parte das provas da vida. Do nosso crescimento pessoal. Talvez nos mostrou a NOSSA GRANDE CAPACIDADE DE AMAR. Como temos um coração lindo! Ele ama, sem ressalvas e se entrega totalmente.

Saudade




Levantei com uma impressão de que meu dia seria péssimo, uma angústia invadia meu peito, sentia falta de ar.

Uma dor me incomodava, não sabia o que fazer, já estava prevendo que tudo que faria seria mal acabado.

Resolvi, então, passar o tempo em frente ao computador para ver se aquela angústia evadia-se, foi pior!

As lágrimas teimavam em rolar pelo rosto e então percebi que se tratava de saudade

Revirei todas mensagens de auto-estima, ouvi músicas, e a solidão tomou conta de todo o meu ser.

Voltei ao meu passado e, lembranças daquele amor que marcou minha vida vieram à tona.

Saudade daqueles beijos apaixonados, daquelas juras de amor eterno.
Quantas saudades afloraram em meu viver!

E hoje, nem eu me acho!

Agora, decorrido todos esses anos de espera, de lembranças, de saudades, não vislumbro mais sua imagem, e, restam-me a angústia e a solidão.
Quisera poder voltar no tempo e reparar o que não foi reparado!
Quisera poder voltar no tempo e dizer novamente o quanto eu te amo!
Quisera poder voltar no tempo e dizer o quanto você faz falta!

Como seria maravilhoso poder ouvir sua voz novamente, sentir seu cheiro e deitar em seus carinhos.

O tempo passou, tudo se modificou, e a vida segue seu curso normal, carregando no seu seio a minha saudade.

Hoje procuro sufocar minha dor sabendo que desejo para quem mais amo na vida a felicidade plena.

Pois, devemos oferecer para quem realmente amamos o melhor.
E por mais que toda a angústia me devora, todas as lágrimas caiam de meus olhos, eu sempre a amarei.

Então, continuo vivendo com a dor da saudade, mas carregando no coração as lembranças de seu sorriso, de seu cheiro e de sua voz.
Passe o tempo que passar, saiba que sempre, ainda, vou te amar .
E, hoje, me aconchego, me deito e me deleito nos excruciantes braços da saudade.

domingo, 22 de maio de 2011

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Amigo é aquela pessoa que o tempo não apaga,
que a distância não esquece,
que a maldade não destrói.

É um sentimento que vem de longe,
que ganha lugar no seu coração
e você não substitui por nada.



É alguém que você sente presente,
mesmo quando está longe...
Que vem para o seu lado quando você está sozinho
e nunca nega um sentimento sincero.

Ser amigo não é coisa de um dia,
são atos, palavras e atitudes
que se solidificam no tempo
e não se apagam mais.
Que ficam para sempre como tudo que é feito
com o coração aberto.